sábado, 25 de julho de 2009

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Dei uma repaginada. Quem sabe eu não volte com isso aqui...

domingo, 28 de setembro de 2008

Nem, não dá...

Gostaria muito de sempre poder postar algo aqui (mesmo que coisas idiotas e sem fins interessantes) e lembro-me que quando criei este blog estava sentada na minha sala de trabalho...
Enfim, hoje, por um motivo que não sei ao certo qual é, a TI instalada no mesmo local de trabalho que antes eu podia exercitar este cérebro preguiçoso, bloqueou esta página que vos fala.
Quem sabe um dia eu saio de lá ou ganhe "pic" para postar sempre aqui de casa.

Cansei deste mundo, quem quiser que fique...

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Ah o verão!

Você provavelmente já disse ou ouviu alguém dizer essa frase, mas se você nunca viveu no verão de Salvador a chance de ter vivido um verdadeiro verão é muito mínima.
É incrível a quantidade de turistas brasileiros e estrangeiros que vemos em todos os cantos, e quando eu digo todos, eu digo todos. Na sua grande maioria são todos brancos, e quando eu digo brancos eu não digo brancos, eu digo brancos rosados, na verdade eu digo brancos avermelhados, e porque não brancos arroxeados, e essa mutação do branco ocorre porque levam muito sol na cabeça. Provavelmente o país da maioria deles é mais evoluído que o nosso, mas eles nunca devem ter ouvido falar em Protetor Solar.
Como muitos devem saber além das praias a Bahia tem muitos pontos turísticos, e não existe aquele que venha para cá e não dê ao menos um pulinho no tão popular Pelourinho.
As praias estão sempre entupidas e quando eu digo entupidas, eu digo entupidíssimas, se quiser se acomodar em alguma mesa é aconselhável que chegue a praia no máximo ás 06h, e isso de segunda á sexta, pois aos finais de semana é recomendável que acampe de sexta para o sábado ou do sábado para o domingo. Aconselho também que leve de casa alguns petiscos, como salgadinho, amendoins, água e cerveja, pois depois de se acomodar prepare-se para a demora do atendimento dos garçons que andam descalços naquela areia que deve estar á uns 39º. Eu tenho dó deles, portanto, mesmo se ele te atender mal (o que é bem provável), não deixe de pagar os 10%, eu sempre penso em não pagar, mas quanto vejo seus pés na areia desisto da decisão negativa.
E também vá com os ouvidos e a paciência redobrada, pois no mínimo 27 vendedores ambulantes irão te abordar, de raízes anti-mofo á ovos de codorna.
Daí você decide voltar para casa e já combina com os familiares ou amigos a irem para o Pelourinho no dia seguinte. Grande escolha meu jovem.
O Pelô é sempre 10! Tem homens se fingindo de estátuas para garantirem uns trocados, baianas cobrando R$50,00 para tirar uma foto com ela e levar de lembrança para sua terra natal, tem capoeiristas que cobram o mesmo valor para vê-los jogarem a maravilhosa dança da capoeira, a “luta” brasileira!
Fora os garotos que praticamente enfiam pulseirinhas do Senhor do Bonfim na sua guéla. Sempre demais!
E nunca, nunca se esqueça dos gringos com suas câmeras com lentes do tamanho do Elevador Lacerda, fotografando tudo, tim, tim, por tim, todos rosas e de havaianas no pé, porque aqui no Brasil elas são bem mais baratas!

E claro, para facilitar a compra das suas passagens, uma boa data para comprá-las é do dia 01 de janeiro até 31 de dezembro. O verão aqui dura o ano inteiro, que maravilha não?!

E nunca e quando eu digo nunca eu digo nunca mesmo esqueça o filtro solar e de preferência nº 60.

E para que fique bem claro eu não odeio a Bahia, eu juro!

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Amigo do ouvido

Nasci na época do vinil, aquele disco preto, que quanto colocado ao sol e modelado com as mãos me fazia ganhar boas notas na aula de educação artística.
Ouvia a Xuxa e sua turma toda vez que o colocava numa vitrola e deixava em sua base uma agulha bem fininha.
Desde pequena, assim que descobri a música, por pior, nostálgica ou engraçada que seja, vivi ao lado dela. Não lembro desde então, uma época que seja, que eu tenha ficado sem um rádio em meu quarto, mesmo quando o dividia com meu irmão, na minha antiga casa com apenas dois quartos lá em São Paulo, motivo até mesmo de discuções quanto á rádio ou o cd que iriamos ouvir numa manhã de sábado ou domingo.
Assim como o rádio que ficava no meu quarto sempre tive um walkman que me acompanhava na ida ao colégio, a passeios escolares e casa de amigas.
O vinil já era passado.
Logo inventaram o diskman, lembro-me como os cds pulavam a cada movimento brusco que eu dava, porém na verdade, esse eu nunca tive, meu pai nunca pode me dar um.
Quando menos eu esperava surgiu uma nova palavrinha, MP3, que vim descobrir logo em seguida o que era, poxa, essa palavrinha salvou minha vida, pois tantas vezes deixei de ouvir meu artista favorito por falta de dinheiro para comprar um cd.
E não mais tarde surgiu o MP3 player, um aparelho parecidíssimo com o diskmam, mas que "lia" esse tal de MP3. Esse eu só fui ter muito tempo depois de sua existência.
Finalmente para se ouvir um MP3 na rua não é mais necessário a ajuda de um cd, hoje copiamos e colamos nossas música preferidas de nossos computadores para um aparelhinho que cabe dentro de um picolé, agora podemos correr, pular, jogar e a música continua lá, intacta! O iPod e suas cópias (no meu caso, suas cópias) nos acompanham para todos os lugares.
Tenho apenas 21 anos, nasci na época do vinil, e mesmo sabendo que ele está voltando para impedir a pirataria e também pela moda retrô, tudo aconteceu muito rápido, quero ver e viver isso de perto. O que meus filhos irão usar para ouvirem suas músicas prediletas?

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Estado: Calamidade, sobrenome Bahia

Acordo envolvida por algo que há três anos eu não fazia a miníma idéia do que era (pelo menos não ás 07h da matina).
Eu sempre gostei de coisas perto de mim, sempre gostei de proximidades, sempre gostei daqueles que desejassem minha companhia.
Mas nunca tal envolvimento me deixou tão irritada, pela primeira vez senti repúdio por algo que insistia em ficar grudado sobre mim. Sua textura, seu cheiro, e principalmente sua incansável tentativa de não desprender-se de mim.
O sono ainda me envolvia, e meu cerébro como sempre, insistia em não trabalhar. Cadê minhas idéias? O que fazer para finalmente me livrar desse pesar?
De repente ouço um barulho, um barulho refrescante, que vinha do banheiro ao lado da minha cama. Era o som das águas do meu chuveiro, sendo usado inteligentemente pelo meu irmão, que sem dúvida teve seu cerébro menos preguiçoso do que o meu. Banho.
Banhoooo, a arma fiel que me livraria desse empreguino.
Minhas axilas agradeçam, pelo menos durante os primeiros 15min.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Ammnésia etnocêntrica

Incrível, realmente é incrível como a música tem o poder de direcionar o comportamento das pessoas. Muitos podem pensar o contrário, e talvez, antigamente poderíamos dizer que isso acontecia em sua grande maioria, mas hoje isso já não é tão visível.
Eu mesma, dos meus 14 anos em diante sempre me relacionei com pessoas que no mínimo tivesse uns 3 gostos músicais parecidos com o meu e isso é muito bacana, mas isso as vezes nos faz esquecer que pessoas que ouvem músicas distintas das nossas, muitas vezes são pessoas legais. Não estou dizendo que devemos frequentar os mesmos bares, mas não precisamos falar mal deles através do orkut ou do fotolog.
Tenho observado que muitas vezes o assunto principal de uma mesa é a crítica aos pagadeiros ou arrocheiros, por acaso você já entrou em algum flogão alheio e viu essas pessoas perderem seus tempos fazendo posts ou comentários em cima de rockeiros ou afins? Se já viu, com certeza foi um caso a parte.
E quer saber de uma? Em sua grande maioria, essas pessoas que alimentam suas noitadas em cima dessas críticas, sem dúvida, em algum passeio escolar já cantou alegremente alguma música do Harmonia do Samba sem saber que o rock existia, assim como eu.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Caso, Acaso

Há 5 anos eu sofro de infecções urinárias. Crises vinham e crises iam.
Há 1 mês fiz algumas comprinhas com meu cartão de crédito.
Há 2 semanas eu trabalho na Faculdade de Tecnologia e Ciência (FTC).
Há 3 dias uma dessas tais crises decidiu vir, e dessa vez ela veio com gosto.
Ontem eu ia pagar a tal dívida do cartão de crédito, no banco que fica no meu local de trabalho.
Ontem tive que faltar no meu trabalho por causa de dores e para realizar exames.
Ontem ocorreu um "belo" de um assalto no meu local de trabalho. E justamente no tal banco que eu iria pagar minha conta.
Hoje o banco está pobre.
A FTC mais queimada.
As pessoas muito assustadas
E minha bexiga não dói tanto.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Tim Burton

Em fevereiro de 2008 estréia no Brasil o mais novo filme de Tim Burton, Sweeney Todd. Um barbeiro injustiçado que volta para sua cidade, em Londres, e decide fazer vingança.
Mais uma vez o diretor estadunidente, resolve ter como personagem principal o ator Johnny Depp, que já trabalhou com ele diversas vezes.
Analizando algumas fotos dos sets de filmagem pude notar que mais uma vez Tim Burton deixa bem claro para o que veio, sempre excêntrico, estranho e original, deixando nítido que o filme é dele.
O que resta é a anciedade.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Mais uma vez de novo

Estou há quase duas semanas no meu novo trabalho/estágio.
Por vezes fico sem muito o que fazer, e tenho em cima de minha mesa um monitor, um teclado, um mouse e um gabinete. Em toda atmosfera há uma rede invisível que me conecta com o mundo. A internet.
Daí eu penso, porque não ultilizar (bem utilizado) este mundo tão moderno? Porque não unir meu tempo livre (quando tenho) com a internet?
Daí eu concluo, tudo bem Jessica Rampazo, faça mais um blog, mas dessa vez tente seguir um cronograma, e de verdade, não se preocupe com o que os outros vão pensar, e siga a dica de seu namorado, escreva simplesmente sobre o que quiser. Escreva para você mesma.
Enfim, aqui estou eu, mais uma vez de novo, iniciando outro blog, discertando sobre o mundo, exercitando minha mente.
Vamos ver no que isso vai dar...