Acordo envolvida por algo que há três anos eu não fazia a miníma idéia do que era (pelo menos não ás 07h da matina).
Eu sempre gostei de coisas perto de mim, sempre gostei de proximidades, sempre gostei daqueles que desejassem minha companhia.
Mas nunca tal envolvimento me deixou tão irritada, pela primeira vez senti repúdio por algo que insistia em ficar grudado sobre mim. Sua textura, seu cheiro, e principalmente sua incansável tentativa de não desprender-se de mim.
O sono ainda me envolvia, e meu cerébro como sempre, insistia em não trabalhar. Cadê minhas idéias? O que fazer para finalmente me livrar desse pesar?
De repente ouço um barulho, um barulho refrescante, que vinha do banheiro ao lado da minha cama. Era o som das águas do meu chuveiro, sendo usado inteligentemente pelo meu irmão, que sem dúvida teve seu cerébro menos preguiçoso do que o meu. Banho.
Banhoooo, a arma fiel que me livraria desse empreguino.
Minhas axilas agradeçam, pelo menos durante os primeiros 15min.

Um comentário:
Sim, banho. Tome muitos. E por favor, esqueça os quentes. Seja ecologicamente correta. Um calor infernal e você no "inverno" debaixo do chuveiro!
B-]
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